esses dias quis me inspirar em um amigo que me alertou que tem um "ritmo suicída" - o assunto foi parar no psicólogo e foi muito importante, pois vivo querendo me impor um ritmo mais puxado.
no entanto, depois de provocada na análise, refleti que não, que deveria fazer o inverso e procurar garantir mais espaços/momentos de vida fora do trabalho.
só não imaginava que seria tão difícil - e não no sentido de poder sair, mas pelo transtorno interno que me causa de saber que não está tudo como eu gostaria porque decidi me priorizar uma vez na vida.
hoje ao chegar em casa esgotada, me perguntei o seguinte: que sentido faz manter um ritmo suicída, se aniquilar aos poucos e ainda por cima abrir mão do prazer de realizar o desejo de terminar com a própria vida - e toda a dor - de uma ve por todas!?
hoje esse desejo veio com uma força que há tempo não vinha, mas meu senso de responsabilidade sequer me permite tomar duas gotas de rivotril pra não correr o risco de perder a hora, quem dirá, neste momento, tomar uma atitude mais drástica e definitiva assim!
enfim, sei que pode parecer necessário retomar o antidepressivo, mas sinto que tenho que segurar esse maremoto dentro de mim, pois por mais difícil que seja, é preciso mexer pra poder mudar, apesar desse chacoalhar, tudo isso vai me conduzir e ajudar a crescer e transformar.
mas hoje chove lá fora e amanhã... minhas flores estarão lindas e já será um outro dia!
boa noite, dorme bem...
Este blog não é para gente normal. É para pessoas que pensam demais, que sentem demais, que às vezes choram demais e, outras, não conseguem chorar, que às vezes dormem demais, mas muitas vezes não conseguem dormir. É para elas, e para os que não sabem não amá-las, independente de como sejam ou estejam!
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
domingo, 7 de julho de 2013
Elena
Hoje fui ao cinema e assisti Elena. Foi algo que ainda é, e fica ecoando aqui dentro.
Difícil mesmo dizer mais no momento. Deixa muitas reflexões e uma confusão de sentimentos.
O filme, não lembrava, já me haviam comentado, é um documentário. Não é "baseado em fatos reais", mas real em si. Montado com gravações antigas e declarações mais recentes, mas repleto de uma beleza e riqueza de cores, imagens, sensações. Surpreende pela exposição, encanta pela beleza, e traz o tema à luz. Não há muito mais que dizer, pois fica o sentir, e um ecoar num lugar que não sei bem onde, lá no fundo. É como se as ondas do inconsciênte, como na beira da praia, invadissem o consciênte com suas águas salgadas, e puxassem para sí tudo o que fica por ali, naquela areia, aparentemente, tão igual.
Difícil mesmo dizer mais no momento. Deixa muitas reflexões e uma confusão de sentimentos.
O filme, não lembrava, já me haviam comentado, é um documentário. Não é "baseado em fatos reais", mas real em si. Montado com gravações antigas e declarações mais recentes, mas repleto de uma beleza e riqueza de cores, imagens, sensações. Surpreende pela exposição, encanta pela beleza, e traz o tema à luz. Não há muito mais que dizer, pois fica o sentir, e um ecoar num lugar que não sei bem onde, lá no fundo. É como se as ondas do inconsciênte, como na beira da praia, invadissem o consciênte com suas águas salgadas, e puxassem para sí tudo o que fica por ali, naquela areia, aparentemente, tão igual.
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