Caí justamente com o períto que estava rezando para não pegar. Acho que foi com o primeiro que passei a mais de um ano, e que ficou querendo dar liçãozinha de moral.
Hoje cheguei a conclusão que o índividuo em questão só pode ser sádico. Fiquei uma meia hora contando o que já contei mil vezes, sendo que como cada vez estou há mais tempo de licença, acabo resumindo muito tudo.
Por outro lado, ele não queria ouvir, pois quando tentava contar as coisas ou me interrompia ou fazia cara de "ok, já sei, resuma". Que raiva, acho que a tática dele era essa, me provocar para ver se eu reagia, e não tive como não reagir quando disse que eu não podia ficar dependente do psicólogo, que já tinha que tomar minhas decisões e andar com minhas próprias pernas.
Ele conseguiu. Como era absurdo! Devia ter aproveitado e dado uma de louca, falado um monte. Interessante é que, para esses seres, ficar dependento do remédio não tem problema, mas da terapia... deu a entender que 3 anos era muito. Como pode alguém tão despreparado e tão insensível trabalhar de perito? É tudo tão... humilhante e desrespeitosio! E ele ainda fez questão de ficar cutucando a ferida!
Que raiva! No final das contas, me concedeu a licença, mas só até hoje, ou seja, por ele volto a trabalhar amanhã mesmo. E esses pequenos poderesm, nos vão matando aos poucos. Que tristeza maior?
Mas deixa estar, deixa estar.
Este blog não é para gente normal. É para pessoas que pensam demais, que sentem demais, que às vezes choram demais e, outras, não conseguem chorar, que às vezes dormem demais, mas muitas vezes não conseguem dormir. É para elas, e para os que não sabem não amá-las, independente de como sejam ou estejam!
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terça-feira, 21 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Dia de perícia
Consegui fugir da realidade por uns quase 5 dias! Nada como não ter tempo para pensar no que nos aflige. Mas sei que não adianta, que a realidade não muda. Uns dias, é certo, é preciso. Mas no mais, se deixar passar, deixando para depois e depois, a coisa só desanda!
São tantas coisas que fui deixando para depois... e que fui perdendo. Se dá para salvar algo? Claro que dá! A questão é: por onde começar? ...com tantas coisas voando pelo espaço: exames, casa, papéis. Enfim, o mesmo que nos meses anteriores, só que agora já elevado a... a vigésima segunda potência, provavelmente.
Mas a questão é que hoje é dia de perícia. É nisso que minha vida se divide atualmente, no antes e depois da próxima perícia, o que na verdade, não muda muito (o antes e depois) como já tive tantas vezes a crença leviana e, algumas vezes, até algo que beirava a espectativa de que tudo seria diferente.
Hoje é dia de se submeter à sorte e sair se sentindo aliviado ou desesperado, por um lado, e igual, pior, ou muito pior, por outro - a depender do humor e "receptividade" do médico perito. Ainda preferia ter que tomar benzetacil de 21 em 21 dias, mas...
A gente cresce e os desafios também crescem. Mas a gente pode com eles, sabe que pode. Só não acha onde é que foi parar esse "poder" e, enquanto isso, segue se agarrando ao "esperar" da nossa esperança, que cansa, como cansa, mas não dança!
São tantas coisas que fui deixando para depois... e que fui perdendo. Se dá para salvar algo? Claro que dá! A questão é: por onde começar? ...com tantas coisas voando pelo espaço: exames, casa, papéis. Enfim, o mesmo que nos meses anteriores, só que agora já elevado a... a vigésima segunda potência, provavelmente.
Mas a questão é que hoje é dia de perícia. É nisso que minha vida se divide atualmente, no antes e depois da próxima perícia, o que na verdade, não muda muito (o antes e depois) como já tive tantas vezes a crença leviana e, algumas vezes, até algo que beirava a espectativa de que tudo seria diferente.
Hoje é dia de se submeter à sorte e sair se sentindo aliviado ou desesperado, por um lado, e igual, pior, ou muito pior, por outro - a depender do humor e "receptividade" do médico perito. Ainda preferia ter que tomar benzetacil de 21 em 21 dias, mas...
A gente cresce e os desafios também crescem. Mas a gente pode com eles, sabe que pode. Só não acha onde é que foi parar esse "poder" e, enquanto isso, segue se agarrando ao "esperar" da nossa esperança, que cansa, como cansa, mas não dança!
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